22 de set. de 2009
Entrevista com o Tokio Hotel (Traduçao)
Traduçao:
Q: "Novo álbum" é sinônimo de estresse para vocês?
Bill: Sentimos menos pressão porque que é o nosso quarto álbum, e não temos muito mais a falar.
Este álbum vai ser lançado em vários países ao mesmo tempo. Vão haver duas versões, uma inglesa e outra alemã.
Isto também é entusiasmante e estressante para nós porque é a primeira vez que fazemos assim.
Mas tentamos relaxar e concentrar-nos no nosso principal objetivo, que é fazer boa música e que as pessoas continuem a gostar daquilo que fazemos.
Q: Queriam uma mudança musical?
Bill: Para este álbum queríamos produzir algo diferente e evoluir musicalmente.
Andamos tocando as mesmas músicas durante um ano e a verdade é que já estávamos muito enjoados de as ouvir e tocar.Temos que avançar. Queríamos um som diferente daquele eterno com guitarra,baixo e bateria.
Daí experimentamos muitas coisas diferentes. Mas o que é realmente novidade neste álbum é que eu e o Tom o co-produzimos.
Tom: Entramos em estúdio e tentamos novas coisas, sons originais para nós. Não tem muito que haver com influências precisas.Queríamos fazer um novo álbum e é verdade que têm um som diferente. Mas continua a sendo o Tokio Hotel.
Q: Este álbum foi inspirado em ficção cientifica?
Bill: Sinceramente, não somos muito fãs de ficção cientifica. Simplesmente pensamos que a palavra "humanóide"se adequava a nós e que nos descreve bem, às nossas vidas e aquilo que somos.Então,escolhemos este título para o álbum antes de termos começado a escrever as músicas.
Bill: O sucesso não é algo a que nos habituamos. Claro que ficamos contentes por ver os nossos fãs à nossa espera.Trabalhamos durante muito tempo neste álbum. E quando chegamos, à dois dias atrás e ficamos felizes quando vimos os nossos fãs à nossa espera em frente ao hotel.
Mina: Acho que precisava escrever um livro para descrever tudo o que gosto neles. Eles são reais, pelo menos eu acho que sim...
E são uma banda que não foi feita por castings, eles já se conheciam à muito tempo e quando crianças perceberam que tinham um sonho comum.
Eles são reais, têm praticamente a mesma idade que eu, o que eles cantam se adéqua a certos períodos de minha vida...
De fato, eles evoluíram como eu. Depois de algum tempo, já é algo sentimental, nos sentimos "apegados", como se fossem os nossos "pequeninos".
Bill: Os fãs são muito importantes para nós, seja qual for o país. Eles têm sempre qualquer coisa de especial. Mas é verdade que,além da Alemanha, onde fizemos mais concertos foi na França.
Tom: Os fãs franceses nos dão sempre umas ótimas boas vindas.
Bill: Eles estão lá quando chegamos e sempre nos apoiaram.
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