Artistas Dinâmicos: Os Tokio Hotel transpiram energia pura em palco e os fãs sentem cada batida.
Vindos do mesmo país que os Rammstein e
os Scorpion, os Tokio Hotel não procuram comparações com essas lendas,
marcando a diferença no caminho musical e apelando a uma faixa etária
diferente.
Os pais que pensavam que iam ter um Dia do Trabalhador descansado, pensaram mal, quando muitos deles tiveram de escolar os seus filhos para ver a maior banda alemã, ao vivo, no dia 1 de Maio em One Utama.
Ao encontrar-se com os quatro membros da banda antes do concerto, sob o olhar atento de dois grandes e expressivos guarda-costas, este escritor pensou que iria ser uma conversa difícil com os membros da banda. Mas afinal de contas, descobriu que são apenas quatro rapazes normais (se não se ligar muito às andróginas escolhas de moda do vocalista Bill Kaulitz) que gostam de gozar uns com os outros e de fazer música juntos enquanto estão na estrada. Praticamente, não existem segredos entre eles.
Os pais que pensavam que iam ter um Dia do Trabalhador descansado, pensaram mal, quando muitos deles tiveram de escolar os seus filhos para ver a maior banda alemã, ao vivo, no dia 1 de Maio em One Utama.
Ao encontrar-se com os quatro membros da banda antes do concerto, sob o olhar atento de dois grandes e expressivos guarda-costas, este escritor pensou que iria ser uma conversa difícil com os membros da banda. Mas afinal de contas, descobriu que são apenas quatro rapazes normais (se não se ligar muito às andróginas escolhas de moda do vocalista Bill Kaulitz) que gostam de gozar uns com os outros e de fazer música juntos enquanto estão na estrada. Praticamente, não existem segredos entre eles.
“Ele é trapalhão, preguiçoso e chega sempre atrasado,” disse
o guitarrista Tom Kaulitz, que também é o irmão gémeo de Bill, olhando
de soslaio para Georg Listing. Apoiando o seu irmão, Bill concorda com
a afirmação do irmão com uma pequena gargalhada.
“Isso não é verdade“, retalia Listing, que mais tarde se pôde vingar quando lhe perguntei como descreveria Bill: “Egoísta”.
“Isso não é verdade“, retalia Listing, que mais tarde se pôde vingar quando lhe perguntei como descreveria Bill: “Egoísta”.
“Não é a palavra certa para descrever,” ri Bill. “Não”, responde Listing.
Enquanto três deles parlavam entre si (especialmente Bill que encaixa muito bem no papel de vocalista) e respondiam às nossas questões, o baterista Gustav Schäfer esteve quieto na maior parte do tempo que durou a entrevista, apesar de termos sido avisados de antemão pelos outros três que ele pode ser bastante maldoso.
“Cuidado com o que perguntas, porque pode muito bem ser a tua última pergunta,” riram Bill e Tom.
Um confronto saudável entre os rapazes, que é quase norma, e isso não deve ser uma surpresa na verdade, especialmente uma vez que estão juntos há já 10 anos.
Tendo começado com o nome Devilish, Listing e Schäfer ( que tinham, respectivamente 14 e 13, na altura) conheceram-se na escola de música. Depois de terem observado Bill e Tom actuar ao vivo, no ano de 2001, eles encontraram-se e formaram outra banda juntos.
Em 2003, depois de Bill ter ganho algum destaque ao participar no programa infantil Star Search, quando tinha 13 anos, a banda mudou o seu nome para Tokio Hotel. O nome surgiu devido ao seu gosto por Tokyo (Tokio é a designação alemã para a cidade) e porque eles estavam constantemente alojados em hóteis. Enquanto muitos devem invejá-los por pernoitarem em belos hóteis, existem algumas vezes em que os rapazes desejavam poder estar em casa. “Por vezes gostariamos de nos deitar nas nossas camas e às vezes ficamos cansados da nossa agenda. Mas no final do dia, temos noção de que, este é o nosso sonho. Temos a oportunidade de viajar por locais longínquos e é sempre bom conhecer os fãs,” disse Bill.
Os Tokio Hotel ainda têm dificuldade em acreditar que estão na Ásia. Jamais tinham pensado que existiam tantos fãs na região. Os rapazes, subestimam o seu charme e a sua música, é claro.
Voltando ao seu primeiro pequeno espectáculo, numa pequena vila da Alemanha, em 2005, os Tokio Hotel foram convidados para um actuação num pequeno festival um ano e meio antes do seu primeiro single ser lançado. Aquilo que eles não esperavam, foi o gigante sucesso que se seguiria. O recinto, que foi feito para receber pelo menos 2000 pessoas, estava de repente replecto com milhares de fãs que chegavam para ver os Tokio Hotel actuar.
“Foi de loucos e estava tudo fora de controlo. Ninguém estava à espera de tantos fãs. Não havia maneira sequer de chegar ao palco,” disse Bill.
Limitaram-se a ficar no carro enquanto os fãs rodeavam o veículo e não paravam de o abanar. Finalmente conseguiram chegar ao palco, e as coisas descontrolaram-se totalmente após terem actuado com duas músicas. Foi uma sorte ninguém se ter aleijado.
Ainda nesse sentido, a banda falou sobre um outro episódio que experienciaram em 2008, durante a sua tour europeia “1000 Hotels”. O Bill perdeu a voz depois de 43 concertos sem descanço. O resto da tour teve de ser cancelada quando se descobriu um quisto nas suas cordas vocais. Isto colocou uma nuvem negra por cima da banda e eles não sabiam o que fazer.
“Eu estava sentado no meu quarto de hotel e não podia fazer nada. Só podia olhar e ver os fãs que choravam. Foi totalmente inesperado e um dos momentos mais difíceis que a banda teve de ultrapassar. Eu tive medo de não poder voltar a cantar.”
Felizmente para os Tokio Hotel e para os fãs da Malásia, o Bill recuperou. Dando um verdadeiro espectáculo de 14 músicas, os Tokio Hotel provocaram um verdadeiro frenezim junto dos seus fãs.
Enquanto a multidão estava ansiosa com a primeira parte realizada pelos Pop Shuvit e Bunkface’s, estavam igualmente impacientes pela presença em palco dos Tokio Hotel.
Tendo começado já atrasados, às 21:15, a banda apresentou uma excelente experiência sonora, que foi muito boa, enquanto os media sentados no fundo do recinto tiveram problemas em captar os momentos em palco com muitas cabeças saltanto ao som da música na nossa frente.
As cordas vocais de Bill não mostraram quaisqueres sinais de terem sido submetidas a uma cirurgia e brindou a multidão com os seus êxitos favoritos tais como Automatic e World Behind My Wall.
A dominar o palco, estavam pessoas completamente diferentes, em comparação com os Tokio Hotel brincalhões e reservados (sendo este o Schäfer) que tinhamos conhecido antes. Era energia pura no palco e a multidão podia senti-la.
Enquanto os fãs cantavam em coro cada música, todos tinham noção que aquela canção que todos esperavam, ainda não tinha sido tocada. Quando os Tokio Hotel deixaram o palco, os fãs pediram em coro a música que tanto esperavam ouvir – Monsoon. Os gritos subiram de tom, quando a banda voltou a surgir e nos deu a versão alemã da música, Durch Den Monsun.
Depois de uma hora aos pulos em palco, os Tokio Hotel retiraram-se. Deixando os fãs lamentando o facto de ter terminado, com o anúncio de que a banda estaria em breve de regresso à Malásia para um evento da MTV animando mais os espíritos.
Esta não foi, definitivamente, a última vez, que a Malásia viu os Tokio Hotel.
Enquanto três deles parlavam entre si (especialmente Bill que encaixa muito bem no papel de vocalista) e respondiam às nossas questões, o baterista Gustav Schäfer esteve quieto na maior parte do tempo que durou a entrevista, apesar de termos sido avisados de antemão pelos outros três que ele pode ser bastante maldoso.
“Cuidado com o que perguntas, porque pode muito bem ser a tua última pergunta,” riram Bill e Tom.
Um confronto saudável entre os rapazes, que é quase norma, e isso não deve ser uma surpresa na verdade, especialmente uma vez que estão juntos há já 10 anos.
Tendo começado com o nome Devilish, Listing e Schäfer ( que tinham, respectivamente 14 e 13, na altura) conheceram-se na escola de música. Depois de terem observado Bill e Tom actuar ao vivo, no ano de 2001, eles encontraram-se e formaram outra banda juntos.
Em 2003, depois de Bill ter ganho algum destaque ao participar no programa infantil Star Search, quando tinha 13 anos, a banda mudou o seu nome para Tokio Hotel. O nome surgiu devido ao seu gosto por Tokyo (Tokio é a designação alemã para a cidade) e porque eles estavam constantemente alojados em hóteis. Enquanto muitos devem invejá-los por pernoitarem em belos hóteis, existem algumas vezes em que os rapazes desejavam poder estar em casa. “Por vezes gostariamos de nos deitar nas nossas camas e às vezes ficamos cansados da nossa agenda. Mas no final do dia, temos noção de que, este é o nosso sonho. Temos a oportunidade de viajar por locais longínquos e é sempre bom conhecer os fãs,” disse Bill.
Os Tokio Hotel ainda têm dificuldade em acreditar que estão na Ásia. Jamais tinham pensado que existiam tantos fãs na região. Os rapazes, subestimam o seu charme e a sua música, é claro.
Voltando ao seu primeiro pequeno espectáculo, numa pequena vila da Alemanha, em 2005, os Tokio Hotel foram convidados para um actuação num pequeno festival um ano e meio antes do seu primeiro single ser lançado. Aquilo que eles não esperavam, foi o gigante sucesso que se seguiria. O recinto, que foi feito para receber pelo menos 2000 pessoas, estava de repente replecto com milhares de fãs que chegavam para ver os Tokio Hotel actuar.
“Foi de loucos e estava tudo fora de controlo. Ninguém estava à espera de tantos fãs. Não havia maneira sequer de chegar ao palco,” disse Bill.
Limitaram-se a ficar no carro enquanto os fãs rodeavam o veículo e não paravam de o abanar. Finalmente conseguiram chegar ao palco, e as coisas descontrolaram-se totalmente após terem actuado com duas músicas. Foi uma sorte ninguém se ter aleijado.
Ainda nesse sentido, a banda falou sobre um outro episódio que experienciaram em 2008, durante a sua tour europeia “1000 Hotels”. O Bill perdeu a voz depois de 43 concertos sem descanço. O resto da tour teve de ser cancelada quando se descobriu um quisto nas suas cordas vocais. Isto colocou uma nuvem negra por cima da banda e eles não sabiam o que fazer.
“Eu estava sentado no meu quarto de hotel e não podia fazer nada. Só podia olhar e ver os fãs que choravam. Foi totalmente inesperado e um dos momentos mais difíceis que a banda teve de ultrapassar. Eu tive medo de não poder voltar a cantar.”
Felizmente para os Tokio Hotel e para os fãs da Malásia, o Bill recuperou. Dando um verdadeiro espectáculo de 14 músicas, os Tokio Hotel provocaram um verdadeiro frenezim junto dos seus fãs.
Enquanto a multidão estava ansiosa com a primeira parte realizada pelos Pop Shuvit e Bunkface’s, estavam igualmente impacientes pela presença em palco dos Tokio Hotel.
Tendo começado já atrasados, às 21:15, a banda apresentou uma excelente experiência sonora, que foi muito boa, enquanto os media sentados no fundo do recinto tiveram problemas em captar os momentos em palco com muitas cabeças saltanto ao som da música na nossa frente.
As cordas vocais de Bill não mostraram quaisqueres sinais de terem sido submetidas a uma cirurgia e brindou a multidão com os seus êxitos favoritos tais como Automatic e World Behind My Wall.
A dominar o palco, estavam pessoas completamente diferentes, em comparação com os Tokio Hotel brincalhões e reservados (sendo este o Schäfer) que tinhamos conhecido antes. Era energia pura no palco e a multidão podia senti-la.
Enquanto os fãs cantavam em coro cada música, todos tinham noção que aquela canção que todos esperavam, ainda não tinha sido tocada. Quando os Tokio Hotel deixaram o palco, os fãs pediram em coro a música que tanto esperavam ouvir – Monsoon. Os gritos subiram de tom, quando a banda voltou a surgir e nos deu a versão alemã da música, Durch Den Monsun.
Depois de uma hora aos pulos em palco, os Tokio Hotel retiraram-se. Deixando os fãs lamentando o facto de ter terminado, com o anúncio de que a banda estaria em breve de regresso à Malásia para um evento da MTV animando mais os espíritos.
Esta não foi, definitivamente, a última vez, que a Malásia viu os Tokio Hotel.

























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